Como todos sabem, frequento o Centro de Estudos do Genoma Humano-CEGH, na USP, em São Paulo há vários anos, para tratamento de meu Pedro, onde também já participei de encontros e palestras sobre Distrofia Muscular. Por isso, já tive a imensa satisfação de conhecer e encontrar, pessoalmente, a Dra. Mayana Zatz.
Apesar de ser uma celebridade mundial em sua área, a Dra. Mayana é uma pessoa extermamente acessível, humana e que, quando está no Brasil, anda tranquilamente pelas dependências do CEGH, cumprimentado e falando com todos os presentes.
Sou sua fã e acompanho – até onde meus limitados conhecimentos permitem – sua produção científica e suas lutas . Sou leitora assídua da coluna virtual dela na Revista Veja e, recentemente, enviei-lhe uma mensagem sugerindo tema para esse semanário, com o seguinte texto:
“Mayana, sou presidente da Associação de Doenças Neuromusculares de MS e os pacientes vêm a mim com muita frequência em busca de informações. Duas são recorrentes:
1- quais patologias neuromusculares poderão vir a ser beneficiadas por terapias com células-tronco;
2- como anda o progresso das pesquisas nas diversas fontes de células-tronco que já foram descobertas (tecido adiposo, polpa dentária, sangue menstrual, embriões descartados, etc.).
Poderia nos falar um pouco sobre essas questões?”
Poucos dias depois, recebí dela a seguinte resposta:
Escrito por Rosana
Escrito por Rosana
Escrito por Rosana 