Cientistas na Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, descobriram que uma substância usada em medicamentos contra a calvície pode ser eficaz para o tratamento da Distrofia Muscular de Duchenne (DMD). Leiam a explicação da Dra. Mayana Zatz sobre a experiência deles e seus possíveis benefícios publicada na revista Veja On-line desta semana.
Um esclarecimento importantíssimo!
25 Janeiro, 2009No último post anunciamos o início dos testes em humanos com células-tronco embrionárias (CTE). Apesar da notícia ser, para nós, motivo de grande alegria, não podemos “tirar os pes do chão” e, para isso, nada melhor que a palavra da Dra. Mayana Zatz. Vejam o que ela diz no site da Revista Veja desta semana.
Células-tronco de gordura produzem músculos
6 Dezembro, 2008Numa experiência bem sucedida, a equipe da Dra. Mayana Zatz utilizou células-tronco de gordura proveniente de lipoaspiração em camundongos com Distrofia Muscular e os animais apresentaram ganho de força. O experimento permite concluir que as células de gordura produzem músculos. Segundo a Dra. Mayana, com a continuidade dos estudos, é possível que em três anos já se possa iniciar experimentos em humanos. Veja a matéria completa do Jornal Nacional do dia 5/12/2008.
Caminho da Cura
13 Julho, 2008A revista Veja desta semana vem com uma excelente notícia: uma pesquisadora do grupo da Dra. Mayana Zatz, Natássia Vieira, conseguiu sucesso com transplante de células-tronco em camundongos com distrofia muscular. No link acima é possível assistir vídeos demonstrando a experiência.
Nem bem as pesquisas com células-tronco embrionárias foram liberadas no Brasil, os primeiros resultados já confirmam que nossos cientistas estão entre os maiores do mundo nesse campo. Bom em todos os sentidos: primeiro porque quando a cura vier, não precisaremos ir para o exterior – será possível fazer aqui, o que for possível fazer lá fora; segundo, não teremos que pagar mais caro pela patente do tratamento.
Sabemos que ainda há um longo caminho a ser percorrido, já que os camundongos possuem um genótipo bem diferente do nosso (6 pares de cromossomos deles x 23, nossos), mas ainda assim já podemos nos permitir acreditar que a cura está próxima.
Na edição on-line da revista, a Mayana explica em sua coluna como foi feito o experimento.
Escrito por Rosana
Escrito por Rosana
Escrito por Rosana 